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Construtora Manara

Antes, era um cenário de incerteza total. Depois da entrada do LG&P, passou a ser uma situação controlada.

“A gente foi pego por um problema que, na prática, não era nosso — mas que caiu no nosso colo como se fosse.
Tínhamos uma empresa terceirizada operando dentro da obra e, de repente, ela simplesmente desapareceu. Sumiu deixando para trás um passivo trabalhista relevante. E, como acontece nesses casos, a responsabilidade veio para a gente.

O problema não era só jurídico. Era financeiro e operacional.

Se aquilo não fosse bem conduzido, poderíamos ter bloqueios judiciais, impacto direto no caixa e risco de comprometer o andamento das obras. Era um cenário de pressão real.

Foi nesse momento que o LG&P entrou.

O que me chamou atenção desde o início foi que eles não trataram o problema como um contencioso comum. A abordagem foi muito mais estratégica.

Primeiro, organizaram o cenário. Fizeram um diagnóstico claro do passivo, separando o que era risco real do que era excesso de pedido. Isso já trouxe uma clareza que a gente não tinha.

Depois, estruturaram uma política de acordos completamente alinhada com a nossa realidade. Não era aquela lógica padrão de “resolver processo”. Eles entenderam nosso fluxo de caixa e montaram as propostas respeitando nossa capacidade de pagamento.

Na prática, transformaram um problema imprevisível em algo que a gente conseguia planejar.

O resultado foi direto:

Conseguimos uma redução real de cerca de 27% sobre o passivo estimado. Mais importante do que isso, conseguimos previsibilidade. Não tivemos ruptura de caixa e conseguimos manter a operação rodando.

Além disso, eliminamos o risco de crescimento dessa dívida com juros e correção ao longo do tempo, o que, no nosso cenário, faria muita diferença.

Mas, para mim, o principal foi a mudança de sensação na condução do problema.

Antes, era um cenário de incerteza total. Depois da entrada do LG&P, passou a ser uma situação controlada.
Hoje, quando surge um tema mais sensível, a gente já sabe que precisa tratar com esse mesmo nível de visão — olhando jurídico e financeiro juntos.”

Nagib, dono da empresa