Stamp
Nenhum equipamento foi perdido, nenhuma certificação foi comprometida.
“No nosso caso, o problema não era só dívida.
Era o risco de parar a operação.
A gente tinha passivo tributário, bancário e trabalhista acontecendo ao mesmo tempo. E, além disso, uma dependência grande de equipamentos e certificações para continuar produzindo.
Se qualquer peça desse sistema travasse, a fábrica parava.
E esse risco começou a ficar real.
Existiam execuções em andamento, possibilidade de penhora de equipamentos e, ao mesmo tempo, exigências operacionais que não podiam ser interrompidas.
O caixa já estava pressionado e não existia muito espaço para erro.
Quando o LG&P entrou, a primeira mudança foi de visão.
Eles não trataram aquilo como três problemas separados. Organizaram tudo como um único cenário.
Isso fez diferença logo de início.
Ficou claro o que precisava ser protegido primeiro, o que podia ser reestruturado e como manter a operação rodando enquanto o passivo era tratado.
A partir daí, as decisões começaram a ser coordenadas.
Foi feita uma reestruturação societária que permitiu manter as licenças e certificações em uma nova empresa operacional. Isso foi essencial para garantir continuidade.
Ao mesmo tempo, houve uma reorganização do faturamento e dos clientes, direcionando a operação para uma estrutura mais saudável.
Enquanto isso, as dívidas continuaram sendo tratadas em paralelo.
A frente tributária, trabalhista e bancária passou a ser conduzida com estratégia — ora negociando, ora litigando — sempre com foco em proteger o caixa e evitar medidas mais agressivas.
Também houve ajustes operacionais que impactaram diretamente no custo, ajudando a aliviar a pressão no dia a dia.
Tudo isso acontecendo junto.
Não era uma ação isolada. Era um conjunto de movimentos coordenados para manter a empresa de pé enquanto o problema era reorganizado.
O resultado disso foi muito claro.
A operação não parou em nenhum momento.
Nenhum equipamento foi perdido, nenhuma certificação foi comprometida.
E, ao mesmo tempo, o passivo passou a ser administrado de forma estruturada.
Hoje, a empresa continua operando, com mais previsibilidade e com uma base mais segura para crescer.
Para nós, o principal foi isso: conseguir atravessar um cenário que poderia ter paralisado a empresa, mantendo tudo em funcionamento.”