Cases

Limer

O passivo começou a diminuir, o custo financeiro foi reduzido e o caixa ganhou fôlego.

“Teve um momento em que a gente percebeu que não era mais um problema isolado.

A empresa estava pressionada por todos os lados.

Tínhamos um endividamento tributário muito alto, dívidas bancárias com custo financeiro pesado e, ao mesmo tempo, um risco real de perder ativos importantes — máquina, estrutura, até patrimônio dos sócios.

O caixa não acompanhava mais.

E o pior não era só o tamanho da dívida.

Era a falta de saída clara. Cada frente tinha um problema diferente, com impactos diferentes, e tudo acabava se acumulando.

Se não fosse tratado de forma estruturada, a tendência era perder controle.

Quando o LG&P entrou, a primeira mudança foi justamente essa: parar de olhar problema por problema e começar a tratar o todo.

Eles organizaram o cenário completo — tributário, bancário e societário — e definiram uma linha de atuação que fazia sentido como conjunto.

Isso mudou completamente a forma de conduzir.

As decisões passaram a ser coordenadas.

Enquanto uma frente trabalhava redução de custo financeiro com os bancos, outra atuava na proteção dos ativos e na reorganização da estrutura da empresa. Ao mesmo tempo, o passivo tributário era tratado com estratégia, tanto na redução de valores quanto na geração de caixa.

Tudo caminhando junto.

Na prática, isso trouxe algo que a gente não tinha: direção.

De um lado, houve negociação para reduzir o peso da dívida bancária. De outro, foi feita uma reestruturação que protegeu os ativos mais importantes da empresa.

Paralelamente, começaram a surgir oportunidades dentro do próprio passivo tributário.

Foram identificados créditos que ajudaram a aliviar o caixa no mês a mês. E a utilização de precatórios, com deságio, passou a funcionar como uma operação financeira — gerando retorno e ajudando na recomposição do caixa.

Ao mesmo tempo, houve atuação técnica para reduzir multas e juros que estavam inflando a dívida.

Ou seja, não foi uma solução única.

Foi um conjunto de movimentos coordenados.

O resultado disso ficou claro ao longo do tempo.

O passivo começou a diminuir, o custo financeiro foi reduzido e o caixa ganhou fôlego.

Mais importante: nenhum ativo foi perdido. A operação continuou rodando o tempo todo.

Hoje, a empresa está em outro patamar.

O que antes era um cenário de pressão constante passou a ser um ambiente controlado, com previsibilidade e capacidade de planejamento.

E, principalmente, com segurança para preservar o patrimônio e dar continuidade ao negócio.”

Heleno – Sócio