Empresa do Setor de Transporte e Logística
Começamos a encerrar processos de forma mais rápida e mais eficiente, especialmente quando fazia sentido econômico.
“A gente sempre teve operação grande e complexa, e isso naturalmente traz um volume relevante de demandas trabalhistas.
O problema é que, com o tempo, isso foi deixando de ser controlado e passou a ser apenas administrado.
Tínhamos um jurídico interno sobrecarregado, vários escritórios atuando ao mesmo tempo e, principalmente, nenhuma base estruturada de informação que permitisse entender, de fato, qual era o tamanho do risco.
Era um cenário típico de falta de visibilidade.
Quando levamos o tema para o conselho, ficou claro que aquilo precisava mudar. A meta era agressiva: reduzir significativamente o nível de contingenciamento no curto prazo.
Mas, naquele momento, a verdade é que a gente não tinha segurança nem sobre o número que estava provisionado.
Foi aí que o LG&P entrou.
A primeira mudança foi de abordagem.
Eles não começaram discutindo processo por processo. Começaram organizando a informação.
Em pouco mais de um mês, foi feita uma imersão completa na operação e no contencioso. Estruturaram dados que antes estavam dispersos e transformaram aquilo em base para tomada de decisão.
A diferença ficou evidente quando passamos a enxergar o passivo de forma objetiva.
Identificaram distorções relevantes no provisionamento — coisa que, internamente, não estava clara. Só aí já tivemos uma redução imediata de exposição.
Depois, veio a parte que, para mim, fez mais diferença: o uso de dados para definir estratégia.
Não era mais decisão por feeling. Era decisão baseada em histórico de julgamento, comportamento de magistrado, padrão de acordo.
Isso mudou completamente a forma de conduzir o contencioso.
Na prática, começamos a encerrar processos de forma mais rápida e mais eficiente, especialmente quando fazia sentido econômico.
O impacto veio rápido.
Conseguimos reduzir de forma relevante o valor provisionado já no primeiro ciclo. Mais do que isso, passamos a ter previsibilidade.
Hoje, quando olhamos para o passivo trabalhista, não é mais uma incógnita.
É uma variável controlada.
E isso, para uma operação do nosso tamanho, faz toda a diferença na tomada de decisão e no planejamento de crescimento.”