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Ascamp

Quando o LG&P entrou, a primeira mudança foi essa: trazer clareza.

“Chegou um momento em que a gente não tinha mais margem para erro.

As execuções fiscais começaram a se acumular e o risco de penhora deixou de ser uma possibilidade distante. Para uma empresa familiar, isso pesa diferente — porque afeta diretamente o caixa e a continuidade do negócio.

O problema não era só o valor da dívida.

Era não saber exatamente o que poderia acontecer em cada processo, nem quando isso poderia impactar a empresa.
Ficamos por um tempo nessa posição mais defensiva, tentando administrar o problema sem conseguir ter controle de fato.

Quando o LG&P entrou, a primeira mudança foi essa: trazer clareza.

Eles organizaram todo o passivo e deixaram evidente onde estavam os riscos reais de bloqueio e quais caminhos faziam sentido em cada situação.

A partir daí, a condução mudou completamente.

Não foi uma solução única. Foi uma estratégia combinada.

Teve uma atuação firme nos processos, aproveitamento de oportunidades ao longo do caminho — como casos de prescrição — e, ao mesmo tempo, uma estratégia financeira bem estruturada com uso de precatórios.

Isso fez diferença.

Os precatórios foram adquiridos com deságio relevante e, ao longo do tempo, começaram a gerar retorno com recebimento integral. Paralelamente, parte das execuções foi sendo extinta.

Na prática, o cenário foi se reorganizando.

Um passivo que pressionava o caixa passou a ser conduzido com estratégia, reduzindo risco e criando previsibilidade.
Para nós, o principal foi sair da incerteza.

Hoje, a gente consegue olhar para esse passivo sabendo exatamente como ele está sendo tratado e qual o impacto real no negócio.”

Deborah – Sócia