Cases

Perlima

A produção não foi interrompida em nenhum momento, e o patrimônio ficou protegido.

“No nosso caso, o risco era direto.

Não era discussão teórica. Existia a possibilidade real de penhora de máquinas — e, para uma indústria, isso significa parar a produção.

Se isso acontecesse, o impacto seria imediato no faturamento.

Ao mesmo tempo, o passivo já vinha se acumulando. Era um problema que precisava ser conduzido com muito cuidado, porque qualquer movimento errado poderia piorar a situação.

Quando o LG&P entrou, a primeira coisa que mudou foi o controle.

Eles mapearam todos os processos e deixaram claro onde estavam os pontos mais sensíveis. Isso já trouxe uma segurança que a gente não tinha.

Mas o trabalho não ficou só em organizar.

Houve uma condução estratégica dos processos, com atuação firme para evitar medidas mais agressivas e, ao mesmo tempo, ganhar tempo onde isso era importante.

Isso garantiu algo essencial: a operação continuou rodando.

Nenhuma máquina foi penhorada, nenhum ativo foi perdido.

Paralelamente, começaram a atuar na revisão dos próprios débitos.

Foram identificadas cobranças acima do que era devido, e isso foi sendo ajustado ao longo do tempo. Também houve recuperação de valores, o que ajudou a reduzir a pressão no caixa.

O resultado foi consistente.

O risco que antes era imediato passou a ser controlado, e o passivo começou a diminuir de forma estruturada. Hoje, a empresa opera com previsibilidade.

A produção não foi interrompida em nenhum momento, e o patrimônio ficou protegido — que, no nosso caso, era o mais importante.”

Edvaldo – Sócio